Fim de semana passado uma pessoa chegou para mim e perguntou qual era a formula para ter um filho como o meu. Tentei disfarçar o orgulho que me inflou, dei um sorrisinho pra lá de falso, daqueles “... imagina, não tem nada disso não...” mas na verdade estava com o ponteiro do corujômetro muito além da sua escala máxima!
Ele nasceu no dia 14 de Novembro de 1990, mas ficamos sabendo que já existia em 16 de maio e desde então não parei mais de amá-lo, cada segundo de sua existência e presença do nosso lado.
Sempre teve seu tempo para tudo: aprendeu a andar de bicicleta praticamente por si só, a primeira noite sem fraldas (e sem xixi na cama), o contato com o mar, viajar sem nós... mas também nunca deixou compartilhar todas estas emoções.
Está bem, poderão achar que estou sendo parcial por ser seu pai, mas o que dizer então de todos os amigos, de todas as pessoas que o conhecem e admiram?
Meu filho te amo! Ser seu pai é mais que uma razão de viver, é a motivação para acordar e seguir em frente, pois sei que tenho sua mão amiga e justa para segurar.
PARABÉNS.
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