domingo, 6 de junho de 2010

Postado em 14 de novembro de 2007

Tua é a terra com tudo que nela existe, e – o que é muito mais – és um Homem, meu filho!
Faz uns dias que não posto nada, e tem muita coisa que quero falar. Rei Juan Carlos x “Rei” Hugo Chávez, Confisco Para Manter Fanfarrões (CPMF), as concorrentes brasileiras para a vaga de bondgirl e por aí vai. Mas isso tudo ainda vai esperar mais um pouco porque hoje só tem um tema: meu filho.

Rew<< Durante uma consulta de rotina no ginecologista minha esposa (e um abobalhado “eu”) ficou sabendo que estava grávida. Isso foi no dia 16 de maio de 1990. Lembro muito bem da data, pois foi o dia que um sobrinho meu tinha nascido e chegamos na maternidade para visitá-lo com esta novidade. Imagina a bagunça que foi, ainda mais que a maioria das famílias presentes tem origem italiana. Já estava no terceiro mês da gestação e até então a mãe não tinha sentido nada, como as mães de novelas e filmes que com 15 minutos de gravidez já começam a ter desejos e enjôos, portanto brincamos que ele nasceu de seis meses. Bom, para dizer que não teve nenhum incômodo, lá pelo oitavo mês ele deu uma virada e se encaixou de uma forma que “travou” a mãe durante dias, mas tudo bem, mãe é para isso mesmo (que ela e outras mães não leiam isso...). Optamos por não saber o sexo, mas minha esposa tinha 99% de certeza que seria menino. A gente comentava que ele podia nascer no dia 24, e aí juntaria com os primos que fazem aniversário dia 23, 25 e 26 mas na consulta final o médico marcou para o dia 14, véspera do feriado e de eleições para governador, se não me falha a memória. Estávamos no caminho para a maternidade e numa avenida ficamos cercados por duas comitivas de candidatos. A vontade era subir num dos trios elétricos e anunciar para toda a cidade o que estava para acontecer. Skip >>|

Chegada em casa... 1º banho...As visitas... 1º passeio (com 10 dias foi no aniversário da priminha Bia)...Idas ao pediatra... 1º aniversário...2º...3º...17º, hoje.
Falar sobre todos os momentos dessa pessoa tão especial daria um livro e seria dos grandinhos, isso sem contar os apêndices sobre suas habilidades, sua simpatia, sua dedicação ao que se propõe a fazer (algumas vezes meio xiita) e muitas outras coisas.
É possível que este comentário sobre meu filho, totalmente motivado pela adoração que tenho por ele, não interessem a todos e nem vejam razão para tanto, exagero de pai coruja... Por mim tudo bem, amo ele demais e espalho isso aos quatro ventos. Fica aqui aquilo que sempre falo para ele: Obrigado por ser seu pai!

Obs. Este na foto é ele, no seu primeiro dia. A mãe escolheu a roupinha amarela pois sabia que teria muito brilho na vida toda.

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